BLOG DO MACKLON
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
AP: Índice de criminalidade preocupa autoridades
O Juiz de Direito Heraldo Costa, atualmente respondendo pela Segunda Vara Criminal de Macapá, se disse preocupado com o alto índice de criminalidade no Estado e com o número excessivo de mortes violentas, entre jovens, em vários municípios amapaenses, principalmente, Macapá, Santana e Laranjal do Jari.
Segundo o magistrado, no Fórum de Macapá, diariamente, são feitas audiências com réus presos, dos quais 60% estão na faixa etária de 18 a 25 anos, 90% do sexo masculino. “Alguma coisa precisa ser feita pelo poder público, em prol da juventude. Afinal, são esses jovens que vão gerir os destinos do Estado e da Nação nas próximas décadas”, avaliou.
O Juiz Heraldo Costa disse que alguns órgãos públicos já dão sua contribuição, como o próprio Tribunal de Justiça com o seu programa “Complementação Educacional” que emprega adolescentes em situação de vulnerabilidade social, na faixa etária de 14 a 18 anos. “Os menores têm oportunidade de conviver em ambientes serenos, com profissionais responsáveis e são estimulados a estudar e a seguir carreira profissional. É um exemplo que deve ser seguido”, concluiu.
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Tribunal de Justiça do Amapá
O governo paralelo de Gilvam
Fonte: Revista ISTOÉ
Em países como o Reino Unido a oposição se organiza no chamado “shadow cabinet”, uma espécie de gabinete informal criado para criticar e sugerir alternativas à política oficial. No Brasil, após a derrota eleitoral de 1989, Lula propôs ideia semelhante ao reunir assessores num grupo que seria o embrião do Instituto Cidadania. No Amapá, o ex-senador Gilvam Borges (PMDB-AP) resolveu inovar. Tenta instituir, desde o início deste ano, um verdadeiro “governo paralelo” no Estado. Em vez de pensar projetos e fiscalizar as ações governamentais, o político trabalha para substituir o Estado em iniciativas como pavimentação de rodovias, construção de casas populares e atendimento médico à população.
As ações são financiadas por empresários ligados ao ex-senador, correligionários do PMDB e, segundo Gilvam, por “prefeituras parceiras”. A novidade, quase folclórica, está alimentando uma guerra política com consequências legais. Há pouco mais de uma semana, Gilvam foi detido pela polícia ambiental quando tentava aterrar um canal para pavimentar um acesso rodoviário que, segundo ele, ajudaria a desafogar o trânsito na capital, Macapá. Ficou preso algumas horas e os equipamentos foram apreendidos. Na quarta-feira 18, ele estava de volta à rodovia para tentar retomar os trabalhos, mas foi impedido pela PM. “O governador não fez, eu tenho que fazer”, disse à ISTOÉ. De acordo com ele, em 2011 houve 150 acidentes no trecho rodoviário, com um saldo de 15 mortos. “Dá para resolver isso aqui em dez dias, mas o governador Camilo Capiberibe não quer”, afirmou.
Gilvam, apadrinhado pelo presidente do Senado, José Sarney (MA), entrou em confronto direto com a família Capiberibe desde que perdeu o mandato. Primeiro denunciou o adversário eleitoral João Capiberibe por ter supostamente desviado R$ 360 milhões dos cofres públicos, quando deixou o governo estadual em 2002. No fim do ano passado, Gilvam mudou de estratégia e passou a atacar Camilo Capiberibe (PSB), filho de João e atual governador. Procurado por ISTOÉ, Camilo explicou, em nota sucinta, que “governar é tarefa de quem foi eleito, aos que perdem é reservado o direito de fazer oposição”.
Com a atitude, o ex-senador já conseguiu um de seus objetivos: virar notícia. Algumas iniciativas têm saído, de fato, do papel. Ontem (21), Gilvam entregou a primeira das 25 mil casas populares que promete construir. Ele também pretende criar um “SUS paralelo”, que funcionará em vans equipadas com UTIs. Gilvam revela que divulgará no início de fevereiro um “programa de governo” com ações concentradas nas áreas de educação, saúde, infraestrutura e segurança pública. O gabinete paralelo possui até uma equipe. Conta com 25 assessores informais e terá sede própria, no bairro Buritizal, que levará o nome de Palácio Governador Annibal Barcellos.
O advogado Eduardo Mendonça, professor de direito do Uniceub, diz que nunca viu nada parecido. “Qualquer pessoa pode propor alternativas. Também pode fazer doações e atos benevolentes. Mas o exercício da função pública pressupõe a eleição regular. O que ele está fazendo é inconstitucional”, explica. Para Mendonça, se Gilvam for adiante com suas iniciativas poderá ser enquadrado no artigo 328 do Código Penal, que prevê pena de até dois anos de prisão para o crime de usurpação de função pública. Em sua defesa, o governador paralelo alega que não pretende “substituir” Capiberibe. “Minha intenção é dar exemplo. Sou um democrata, não um guerrilheiro”, garante.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Macapá é a 36ª cidade mais violenta do mundo
Do jornal “aGazeta”
Com 45,08 mortes violentas para cada 100 mil habitantes, Macapá conseguiu figurar entre as cinquenta cidades mais violentas do mundo, segundo estudo da organização não governamental (ONG) mexicana Conselho Cidadão para Segurança Pública e Justiça Penal, divulgado ontem, 13. O índice assustador deu à capital amapaense a 36ª posição no ranking mundial.
Tamanha dimensão de criminalidade ultrapassou os limites da capital, colocando o Amapá na quinta colocação nacional de estados mais violentos, com 38,7 mortes para cada grupo de 100 mil habitantes. A conclusão é da pesquisa desenvolvida pelo Instituto Sangari, com informações do Ministério da Justiça.
Elimine as desculpas paralisantes: Movimente-se por aquilo que quer
Por vezes quando o infortúnio, dificuldade e problemas nos assombram a vida, os motivos são mais que suficientes para arranjarmos desculpas acerca da ausência de motivação para levarmos vida para a frente. Acredito profundamente que tenhamos que passar por um período de desânimo, ou mesmo de sentimento de injustiça. O impacto de alguns acontecimentos pode ser tão devastador que vislumbrar um enquadramento para o sucedido é uma miragem. Mas, acredito igualmente que ficarmos presos a esses acontecimentos e usá-los como “desculpas”, provavelmente nenhum valor acrescentado trás para a resolução do problema ou minimização da dor emocional.
CUIDADO COM O VÍCIO NA MOTIVAÇÃO
Seja porque não conseguiu a promoção desejada, não foi correspondido no seu amor, ou a sua vida foi interpelada por algum problema físico ou emocional, o mais certo é que a sua motivação tenha sido afetada para encarar a vida com otimismo e esperança. Todos nós precisamos de motivação para derrubar ou ultrapassar os problemas da vida. Mas às vezes ficamos viciados e demasiado dependentes da nossa motivação, correndo o risco de nos tornarmos incapazes de fazer seja o que for sem estarmos motivados. Claro que é bom estarmos motivados face a algo. No entanto, a nossa motivação não é constante e permanente, ela sofre abalos, investidas e contratempos. Perante tal cenário, se apenas fizermos coisas quando estamos motivados, ficamos à sua mercê, e inevitavelmente paralisamos a nossa vida.
Às vezes, fazemos autosabotagem a nós mesmos, e um grande contributo para isso é a ausência de motivação. Deliberadamente justificamos a nossa falta de motivação com as desculpas insalubres dos acontecimento negativos que vivemos ou das coisas que necessitam de um esforço extra para serem realizadas. Quando você tem que acordar cedo pela manhã para alguma reunião importante no escritório ou quando você tem que estudar muito para os exames, mas não tem vontade para fazê-lo, é basicamente a falta de motivação que faz emergir o sentimento de dificuldade e paralisia da vontade. As pessoas dão várias desculpas para esse tipo de comportamento, mas na verdade a proteção do seu ego impede-as de aceitar que tornaram-se dependentes (viciadas) nos fatores motivacionais para a realização do que desejam ou que querem realizar.
ser motivado
No artigo, autoregulação: para sentir-se melhor foque-se no mais importantes, abordei a questão de quando percebemos que alguns dos nossos sentimentos negativos atrapalham o nosso bem-estar, devemos orientar os nossos objetivos, realizações e desejos pelos valores, por aquilo a que damos significado na vida, ou no presente momento. No que diz respeito à ausência de motivação para fazermos coisas, suportado por desculpas infundadas, o princípio é o mesmo, devemos focar-nos naquilo que queremos e nos serve, não ficando à mercê de termos ou não motivação para fazermos o que tem de ser feito.
Atenção: Apesar de eu estar a apresentar a ideia de que não devemos “viciar-nos” na motivação, no sentido de dependermos única e exclusivamente dela para irmos ao encontro dos nossos objetivos, isso não é sinónimo de não necessitarmos de motivar-nos ou trabalhar e potenciar a motivação. Pelo contrário, eu sou apologista e defendo que devemos promover a nossa motivação face aos nossos objetivos ou atitude perante a vida. Mas, o que pretendo transmitir neste artigo é que quando você se sentir desmotivado, com falta de energia e impeto para realizar algo que necessita, julga importante ou é fundamental para o bom desenvolvimento da sua vida, deve desapegar-se da ideia de que só com motivação é possível fazer as coisas. Puro engano, você pode fazer aquilo que pretende, simplesmente porque quer, mesmo que lhe seja difícil. Ou então optar por promover a sua motivação, tal como explico no artigo: Dicas e estratégias para potenciar a sua motivação em qualquer circunstância.
COMO NÃO DEPENDER DE FORMA TÓXICA DA MOTIVAÇÃO?
Para uma resposta esclarecedora, temos primeiro que perceber como se implementa a desmotivação (ausência de motivação). A desmotivação para a execução ou desempenho de algo começa com lapsos simples na realização de tarefas diárias e passa a afetar todos os outros aspetos da vida. Ou, de forma mais drástica (morte de um ente querido, catástrofe, doença, acidente) quando subitamente a vida nos inflige uma perda ou dor inestimável. Um acumular de simples falhas para concluir algumas tarefas vai cortando a motivação para fazê-lo na próxima vez. Ou no caso drástico, instala-se uma perda de sentido para realizar outras coisas que temporariamente são percebidas como insignificantes perante a tremenda perda sucedida. Aos poucos, a sua paralisia da vontade sentida como desmotivação começa a diminuir a sua autoestima, retira-lhe foco e capacidade, conduzindo-o à falha e ao erro em cada tentativa de realização da tarefa, devido à falta de confiança instalada. Ou no caso drástico, por sentir que provavelmente não conseguirá voltar a ter alegria e propósito na sua vida.
O que você pode fazer é identificar as coisas que estão constantemente a desencorajá-lo. Uma falha para completar uma tarefa pode ser resultado de um planejamento inadequado, recursos insuficientes ou necessidade de melhorar uma competência ou habilidade. Comece a olhar para as coisas de uma perspectiva diferente. Nem todas as coisas ruins que lhe acontecem são necessariamente culpa sua, ou de terceiros ou até mesmo de um mundo que possa interpretar como injusto. Tente identificar as tarefas que você normalmente não conseguiu realizar durante os últimos dias e descubra a razão, apesar da sua incapacidade. Você pode descobrir o problema real analisando a dificuldade da tarefa.
Na situação drástica (morte de um ente querido, catástrofe, doença, acidente), tente identificar a razão pela qual não vê sentido em voltar a reerguer-se, ou a perspetivar novos planos. Avalie o impacto do sentimento de perda que está paralisando a sua vontade. Usualmente existe uma proporção inversa no grau de motivação em relação ao problema sentido. Ou seja, quando mais sentimos algo como muito significativo e bom, maior é o sentimento de perda e dor emocional. Quer dizer que o nosso sentimento de perda está associado a uma coisa ou a alguém que nos era muito querido. É como se de uma forma cortante a tristeza estivesse ligada à enorme felicidade que retirávamos da situação ou do que vivíamos com essa pessoa. Num estado de abatimento é normal que não sinta força de vontade para encarar a vida. Pode instalar-se a tristeza profunda e sentir-se deprimido. Perante este cenário o que pode ser feito?
MOVIMENTE-SE POR AQUILO QUE QUER
Quando você descobrir que a sua desmotivação não tem a ver com um traço da sua personalidade ou porque não tem vontade para fazer algo, mas porque provavelmente aprendeu a protejer-se para não sentir o peso da falha ou da sua dor emocional, fica no caminho de ter de volta a capacidade de fazer as coisas que abandonou.
Há vantagens e desvantagens de sentir-se desmotivado na vida. Você pode não acreditar, mas existem algumas vantagens de sentir-se sem motivação para a ação. Às vezes a vida ou as ações imaginadas não oferecem benefícios suficientes para impeli-lo a lutar e avançar com a sua vida. Mas se você parar de viver o dia-a-dia e deixar a miséria tomar conta de você, certamente irá contribuir ainda mais para piorar o estado em que se encontra. É isso que você quer? Esta é uma pergunta que pode ser ingrata responder. Mas arrisco a dizer que aquilo que quer é voltar a sentir-se bem e capaz de começar a fazer coisas das quais retire alguma forma de prazer e satisfação.
Então como posso fazer algo sem motivação para isso?
Pode fazer esse “algo”, sem a motivação para isso. Pode fazer esse algo apenas suportado pela ideia que quer recuperar a sua vida e sentir-se novamente bem pouco pouco. Deve propor-se a fazer coisas pela consciência que tem de ultrapassar o momento menos bom que está a atravessar. E que não pode esperar que a vontade lhe bata à porta, dado que os seus sentimentos de incapacidade de momento inibem qualquer vontade de fazer o quer que seja.
Dica: Apenas a ideia de que quer melhorar e ultrapassar o que está a enfrentar, pode orientá-lo e lhe serve. Tudo o resto funcionará como desculpas paralisantes e insalubres, ainda que com toda a legitimidade.
A motivação ou ausência de motivação faz-se sentir na forma de um sentimento de capacidade ou incapacidade. Sentirmos força de vontade para fazer algo, ou ao invés, sentirmos preguiça, inação, falta de energia, abatimento, condiciona-nos os cursos de ação e os objetivos de vida. Na posse de sentimentos incapacitantes, corremos o risco de cair num ciclo de negatividade e começamos pouco a pouco a deixar de sentir significado em grande parte das coisas que nos davam alegria, satisfação, prazer e bem-estar. Se repetidamente, dia após dia nos sentirmos deprimidos e desmotivados, certamente acabaremos por ser afetados pela depressão. A depressão alimenta-se da paralisia da vontade e da consequente desmotivação, reforçando o ciclo de negatividade em que a pessoa se possa encontrar.
motivação
O processo passo a passo na prática:
Passo 1: Inevitavelmente os nossos sentimentos, influenciam o diálogo interno. Se está desmotivado, coloque os sentimentos negativos que tem à prova, contestando-os. Confronte esses sentimentos negativos, comparativamente aquilo que quer sentir ou alcançar.
Passo 2: Questione-se. Nesse estado de abatimento tem força de vontade para fazer aquilo que precisa de ser feito? Arrisco a dizer que não tem! Mas se não tem, quer continuar a não ter? Respondo por si, claro que não.
Passo 3: Num cenário de abatimento o que pode ser feito? Você deve propor-se a fazer coisas, em que o resultado das mesmas façam-no sentir-se bem. Por exemplo, se está deprimido, faça coisas que ainda se lembra que gosta. Se tem dificuldade em levantar-se para ir trabalhar, e quer ir trabalhar, perceba o que pode fazer ou imaginar que valoriza. Se está ansioso, e isso dificulta propor-se a fazer algo, arranje forma de aliviar a ansiedade e perceba como pode enfrentar a tarefa ou situação.
Este é o processo: Não deve estar á espera de sentir-se bem para iniciar algo que quer fazer ou deseja fazer. Mas sim o inverso, fazer aquilo que tem de ser feito, para posteriormente sentir-se bem. Por outras palavras: Deve movimentar-se por aquilo que quer, e desapegar-se das desculpas paralisantes que o impedem de fazer aquilo que tem de ser feito para voltar a sentir-se bem e perspetivar significado na sua vida.
Para aprofundar o assunto, leia:
O poder da ação: Fazer o que é necessário ser feito
Dê uma rumo à sua vida: Deixe de fazer as mesmas asneiras
Em alguns artigos já publicados na Escola Psicologia, fui expressando a ideia de que o nosso bem-estar, felicidade, equilíbrio emocional, objetivos, alegria, estabelecem uma forte relação com o lado oposto destes estados, como por exemplo, tristeza, ansiedade, depressão, sentimentos negativos. Alguns investigadores apelidam o processo de desenvolvimento pessoal perante a dificuldade, catástrofe, trauma e adversidade de: Crescimento Pós-Traumático.
O Crescimento Pós-Traumático só é possível quando a pessoa consegue perspetivar um conjunto de ações, decisões e possibilidades de caminhar em frente na sua vida baseado naquilo que quer atingir, ou pretende para si mesmo. Expliquei de forma mais aprofundada este assunto, nos artigos: O lado oculto da felicidade e Transforme a crise numa oportunidade para a sua vida.
Cuidado com seus pensamentos, pois eles tornam-se em palavras.
Cuidado com as suas palavras, pois elas tornam-se em ações.
Preste atenção às suas ações, para que se tornem em hábitos.
Preste atenção aos seus hábitos, pois eles tornam-se no seu caráter.
Preste atenção ao seu caráter, já que se torna no seu destino
TALVEZ A CULPA SEJA MINHA
“Talvez a culpa seja minha.
Talvez eu tenha-te levado a acreditar que era fácil, quando não era.
Talvez eu te tenha feito pensar que o meu destaque começou no lançamento livre, e não no ginásio.
Talvez eu te tenha feito pensar que cada cesto que fiz, fez vencer o jogo.
Que o meu jogo foi baseado em músculo, e não no ímpeto.
Talvez a culpa seja minha, e você não reparou que a falha deu-me força, e que a minha dor era a minha motivação.
Talvez eu te tenha levado a acreditar que o basquetebol era um dom dado por Deus, e não algo que eu trabalhava para … todos os dias da minha vida.
Talvez eu tenha destruído o jogo … ou talvez, você esteja a inventar desculpas. ” – Michael Jordan
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Cresça, desenvolva-se e progrida a cada novo dia
No novo ano emerge um forte impulso natural para novas resoluções na nossa vida. Sentimos que temos a possibilidade de criar novas forças e objetivos, que surgirão novas oportunidades e que eventualmente podemos ter novas atitudes face a problemas antigos. No entanto, este tipo de recomeço ou de renovada energia não tem que ser apenas na primeira semana de Janeiro. Cada dia é um novo dia para aprender, crescer, melhorar os seus pontos fracos e desenvolver os seus pontos fortes, curar-se de arrependimentos do passado ou dor emocional, e avançar mais esperançado, otimista e convicto de que tem capacidade para encontrar soluções. Todos os dias nasce uma chance de reinventar-se, de ajustar-se, de melhorar-se e construir-se com base nas aprendizagens que tem vindo a acumular. Nunca é tarde demais para mudar as coisas que não estão funcionando na sua vida. No exato momento que perceber que algo não está indo como deseja, pode decidir fazer alguma coisa para mudar isso.
Mas na prática como é que isso se faz?
Seja flexível, e mantenha a mente aberta para começar cada dia de novo! A flexibilidade de pensamento é a chave.
Pergunte-se:
Como é que você acorda todos os dias?
Você vai começar o seu dia já mal humorado, triste, sentindo-se pressionado e/ou apressado?
Você coloca em marcha o seu dia rotineiro sem pensar muito em tudo, fazendo o que você “tem que fazer” para começar o dia?
Você continua a fazer mais do mesmo?
Você vai reclamando, sem nada mudar?
Que tal começar cada novo dia como uma nova possibilidade de fazer as coisas de forma diferente, parando, respirando e adotando uma atitude mais positiva para o seu dia. Quando digo diferente, não quero dizer implicitamente que a sua vida lhe corre mal, ou que está infeliz ou desmotivado. Quer esteja descontente com algumas coisas na vida ou esteja a conseguir atingir os seus objetivos, crescer, desenvolver-se e progredir a cada novo dia é sempre enriquecedor para cada um de nós.
As coisas da vida não se resumem apenas ao fazer, ao chegar mais longe, melhorar algo, adquirir mais coisas, ou acumular mais riqueza. Podemos simplesmente, perguntar a nós mesmos: Como quero ser hoje?
Quero ser a personificação da desgraça?
Quero ser a personificação da vitimização, da lamuria e do negativismo?
Quero ser otimista e perspetivar uma solução?
Quero ser mais motivado e confiante?
Quero ser bem humorado, bem-disposto e simpático?
Quero apoiar-me a mim mesmo, debelando algumas dificuldades?
crescer
PERSPETIVE O QUE QUER SER A CADA DIA
Pense não só no que quer fazer, mas também em como quer ser. Cada dia é um novo começo e uma nova forma de olhar a vida. O que você gostaria de fazer para contribuir para um dia melhor? Pense nisso como uma tela em branco, o que gostaria de pintar sobre ela. O que você pode criar? Se você acordar num estado de espírito negativo, provavelmente grande parte das coisas que se propuser a fazer sofrem influência desse estado mais depreciativo, ficando mais propenso a pintar um quadro negro ao longo do dia, e a sua tela não refletirá felicidade, esperança e alegria.
Não quero, nem pretendo ser extremista ao ponto de lhe transmitir a mensagem que todos os dias temos de ser 100% positivos e que em momento algum temos de estar abatidos ou tristes. Não é esta a minha forma de olhar a vida, nem tão pouco é isso que lhe quero fazer passar. No entanto, acredito que apesar de podermos passar por momentos que dificilmente conseguimos perspetivar uma melhoria no nosso estado de humor, existirá sempre a possibilidade de escolhermos um dos muitos dias do ano, para mudarmos aquilo que vamos ser ou aquilo em que queremos pensar ou fazer.
Partindo desta visão, se em grande parte dos dias você pensar positivamente, e tiver uma atitude positiva influenciando construtivamente o seu dia, algumas das possibilidades passam a depender de si. Quais os resultados positivos que podem refletir a sua atitude positiva? O que é que a atitude positiva diária pode contribuir para a sua vida? Todos os dias você vai ser o seu maior aliado?
Sugestões:
Perceba como gostaria de se ver a enfrentar alguns dos seus problemas no dia-a-dia e a superar as adversidades.
Em vez de ruminar vezes sem conta sobre as mesmas velhas formas de pensar, cada dia é uma nova oportunidade para reestruturar o pensamento e re-olhar as coisas de uma maneira diferente.
Você pode experimentar a cada dia colocar alegria na sua vida.
Você pode abandonar a mentalidade de vítima e passar a estabelecer um objetivo otimista na sua vida.
Com um foco nas atitudes positivas, suportado pelo pensamento positivo, você pode sentir-se mais capacitado e ver-se mais com um vencedor do que como perdedor.
Você pode ficar mais consciente do presente, aumentando a probabilidade de viver plenamente o presente a cada momento de cada dia. Viva no presente, não se paralise pelo passado.
Você pode mudar os contornos da sua vida, passando a escrever o seu próprio guião. Escrevendo uma história diferente daquela que tem vivido até ao presente. Se está insatisfeito, a partir de hoje faça algo de diferente. Mude a sua história.
Faça perguntas que possam mudar a sua vida para melhor. As perguntas devem ser elaboradas de forma a que só você e apenas você possa dar resposta. Exemplo de uma pergunta mal formulada: “Será que vou ser capaz de __________”. Esta pergunta remete-o para o futuro, nada nem ninguém lhe pode responder. Exemplo da pergunta bem formulada: “O que posso fazer, aprender ou melhorar para me sentir mais capaz de realizar ___________”. Esta pergunta depende de si, orienta-o face à tarefa e aumenta-lhe a probabilidade de ter sucesso.
Você pode decidir fazer coisas que o façam sentir-se mais confiante. Uma das formas de aprendermos algumas atitude é através da aprendizagem por observação. Observe um modelo à sua escolha e perceba que traços consegue identificar que lhe dizem que aquela pessoa é confiante. Depois simule, experimente, implemente diariamente uma ou outra ação que possa contribuir para a construção da sua auto-confiança.
Você pode criar objetivos ou desafios a si mesmo que lhe possam transmitir esperança. Não seja demasiado exigente. Comece por perspetivar algo que lhe possa fazer sentir-se bem, mas que esteja ao seu alcance. Que puxe por si, mas que não o coloque numa situação demasiado stressante. Depois pouco a pouco, se assim entender, pode aumentar a exigência dos seus desafios.
Você pode optar por sentir-se bem. Pode escolher ser feliz. A felicidade é possível, mas é opcional. Não tem necessariamente que dizer apenas: “Eu hoje vou sentir-me feliz“. Mas pode perspetivar o que quer fazer para que possa melhorar o seu dia, a sua alegria ou o seu bem-estar. O sentimento é uma consequência dos nossos atos.
A questão que levanto é: Então, que tal começar a cada dia reservando um momento para pensar ter uma atitude positiva para o seu dia? Todas as manhãs, ou algumas das manhãs, visualize ou verbalize o que pretende ou decide fazer. À noite, ou algumas das noites avalie as decisões que tomou, se não lhe foram favoráveis, amanhã é outro dia. Recomece tudo de novo, perspetivando uma forma de melhorar onde anteriormente não foi bem sucedido.
Apresento alguns exemplo de atitude positivas e/ou pensamento positivo:
“Hoje eu gostaria de substituir os meus sentimentos de aborrecimento face ao meu colega de trabalho para sentimentos de aceitação.”
“Hoje estou motivado para concentrar-me no quão estou grato pela minha vida, e não no que está faltando, e expressar gratidão aos outros.”
“Hoje eu não vou ser tão apressado e ter tempo para saborear o momento, especialmente com os meus filhos”
“Hoje, mesmo sentido-me sem força de vontade para ter aquela conversa difícil, não posso adiar mais, vou encontrar uma forma de me sentir capaz.”
“Hoje vou olhar para algumas das coisas que ainda me dão satisfação na vida.”
“Hoje pretendo ser mais simpático e assertivo com o meu parceiro.”
“Hoje vou criticar menos o meu trabalho e perceber o que posso fazer para me sentir mais realizado.”
“Hoje vou ser menos reativo, quando for confrontado com opiniões diferentes das minhas.”
Pondere ter em mente que a cada dia pode ter a possibilidade de mudar algo na sua vida, que tem a possibilidade de olhar os mesmos problemas por outro prisma, e que esse novo olhar depende daquilo que pretende alcançar e o quão quer ou não quer fazer algo. Se pretende melhorar a sua vida, é necessário tomar a decisão de contribuir para melhorá-la. Desejar apenas, não passa de intenção, e intenção não é ação. Ação é fazer, e tomar a decisão de agir e obter um determinado resultado. Para ter um resultado diferente daqueles que tem tido (e caso este não lhe tenha servido) tem de fazer coisas diferentes daquelas que tem realizado. Cresça, desenvolva-se e progrida a cada dia do ano.
Abraço
Seja um Vencedor!
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Feliz Ano Novo!
De repente, num instante fugaz, os fogos de artifício anunciam que o ano novo está presente e o ano velho ficou para trás. De repente, num instante fugaz, as taças de champagne se cruzam e o vinho francês borbulhante anuncia que o ano velho se foi e ano novo chegou. De repente, os olhos se cruzam, as mãos se entrelaçam e os seres humanos, num abraço caloroso, num so pensamento, exprimem um só desejo e uma só aspiração: PAZ E AMOR. De repente, não importa a nação, não importa a língua, não importa a cor, não importa a origem, porque todos são humanos e descendentes de um só Pai, os homens lembram-se apenas de um só verbo: amar. De repente, sem mágoa, sem rancor, sem ódio, os homens cantam uma só canção, um só hino, o hino da liberdade. De repente, os homens esquecem o passado, lembram-se do futuro venturoso, de como é bom viver. De repente, os homens lembram-se da maior dádiva que têm: a vida. De repente, tudo se transforma e chega o ano radiante de esperança, porque só o homem pode alterar os rumos da vida. De repente, o grito de alegria, pelo novo ano que aparece.
FELIZ ANO NOVO! HAPPY NEW YEAR
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Brasil ainda tem 1 milhão de crianças que trabalham
Imagem google
Dados do IBGE mostram que o problema é mais grave na região Norte
Renato Mendes, da OIT, diz que é preciso cobrar dos municípios papel mais ativo no combate à mão de obra infantil
Apesar dos avanços registrados na década passada, mais de 1 milhão de crianças de 10 a 14 anos, ou 6% do total, ainda trabalhavam no Brasil em 2010.
Tabulações feitas pela Folha no Censo do IBGE mostram que o problema é mais grave no Norte, onde praticamente uma em cada dez crianças exerce atividade econômica remunerada ou não.
Especialistas afirmam que, para cumprir a meta assumida internacionalmente de erradicar o trabalho infantil do país até 2020, será necessário um esforço adicional.
Isso porque as formas de trabalho infantil que mais persistem no país são mais difíceis de serem fiscalizadas. É o caso de atividades domésticas ou em propriedades agrícolas e familiares.
Por serem preliminares, os dados do Censo de 2010 ainda não permitem investigar mais detalhes sobre as características das crianças ocupadas ou fazer comparações precisas com 2000.
Isso pode ser feito pela Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), também do IBGE, que mostra que a proporção de crianças trabalhando caiu de 11,6% para 7,2% de 2001 a 2009.
Considerando-se o Censo, o trabalho infantil na década caiu de 6,6% para 6,2%.
No entanto, técnicos do IBGE explicam que o dado de 2000 está provavelmente subestimado, pois em 2010 o levantamento de informações a respeito de domicílios sem rendimento foi mais preciso.
AGRICULTURA
A pesquisa revela também que as ocupações mais comuns de crianças estão na agricultura e na pecuária.
Luiz Henrique Lopes, chefe da Divisão de Fiscalização do Trabalho Infantil do Ministério do Trabalho, diz que as ações do governo têm diminuído o número de crianças ocupadas na área rural.
Mas ele admite que a verificação é mais difícil, e há o agravante de o uso da mão de obra infantil ser culturalmente mais aceito no campo.
"A fiscalização é mais remota nessas áreas não só por seu custo -que demanda viaturas, motoristas, diárias, passagens-, mas também pelo tempo de deslocamento, o que faz com que haja um número menor de ações."
Outra área que apresenta difícil fiscalização é a dos serviços domésticos.
"Enfrentamos o problema do trabalho infantil invisível, onde é difícil chegar por questões de distância [nas áreas rurais] ou legais, de entrar na casa [no trabalho doméstico]", diz Marcos Calixto, da Superintendência Regional do Trabalho do Tocantins.
O coordenador do programa para eliminação do trabalho infantil da OIT (Organização Internacional do Trabalho), Renato Mendes, afirma que é preciso fortalecer e cobrar dos municípios um papel mais ativo no combate à ocupação de crianças.
"Os documentos e as diretrizes do governo federal para atacar o problema são claros e contundentes. No nível municipal, essa política nem sempre é implementada com qualidade", diz Mendes.
No Amazonas, garoto trabalha 11 horas por dia
KÁTIA BRASIL
DE MANAUS
No comércio popular da periferia de Manaus, muitas crianças e adolescentes trabalham longe da fiscalização.
Quando os pais ou empregadores são abordados, dizem que é melhor a criança trabalhar que ficar nas ruas.
No bairro do Zumbi, na zona leste da cidade, L., 11, trabalha lavando peixes em um box na feira. São dois turnos: das 7h às 12h e das 14h às 20h.
O garoto recebe R$ 20 por dia. Ele afirma que estuda. Cursa o 5º ano do ensino fundamental. "Com o dinheiro, eu compro roupas e dou para minha mãe", diz L.
O empregador do garoto, um peixeiro que se identificou como Elson, 29, afirma que emprega L,. mas não é trabalho infantil. "Melhor do que 'tá' na rua perambulando, pedindo dinheiro", disse.
No açougue Esperança, os meninos N., 8, e A., 10, trabalham com desenvoltura cortando nacos de carne e dando troco aos clientes.
Por um minuto, N. esquece o trabalho e liga a pequena TV. Mas a mãe, Mariluce Lopes, 29, dona do açougue, manda desligar.
O garoto volta para o balcão. Sem falar em pagamentos, ela disse que traz as crianças para trabalhar porque não tem quem cuide delas em casa. "Eles ficariam sozinhos, é perigoso", disse.
Em Rondônia, Estado que apresenta maiores taxas de trabalho infantil no país, a maioria das crianças estão nas formas mais "invisíveis" de trabalho: agricultura familiar e funções domésticas.
Em outubro, o Conselho Tutelar de Porto Velho descobriu que uma garota de oito anos fazia trabalho doméstico em sua casa obrigada pelo pai e pela madrasta.
Estava com o rosto parcialmente queimado por óleo por causa de acidentes. Hoje, ela mora com uma tia e voltou a frequentar a escola.
Problema está ligado a questão cultural, e não à baixa renda familiar
Trabalho infantil rende pouco e, por isso, não é estratégia de sobrevivência; cultura só será mudada por meio da educação
Não surpreende que avaliações mostrem que transferência de renda não reduz o trabalho infantil: o problema não está na pobreza, está na educação
MARCELO MEDEIROS ESPECIAL
PARA A FOLHA
O Brasil ainda tem 6% de suas crianças de 10 a 14 anos trabalhando, segundo os dados do Censo 2010. Isso corresponde a um milhão de crianças. É quase como se todas as crianças da cidade de São Paulo estivessem trabalhando.
Mais grave ainda é a persistência desse problema, pois a proporção de crianças trabalhando no país não teve redução expressiva desde meados da década de 90.
O crescimento da economia brasileira, a queda da desigualdade social e a diminuição da pobreza não foram capazes de mudar expressivamente esse cenário.
Hoje sabe-se muito mais sobre trabalho infantil do que no passado. Pais que trabalharam quando crianças tendem a fazer com que seus filhos também trabalhem.
A maior parte desse trabalho é na agricultura, não remunerado e em tempo parcial. Meninos trabalham com mais frequência que meninas, e as atividades das crianças geralmente consistem em ajudar seus pais.
É mais comum nas áreas menos desenvolvidas do país e reflete muito de nossas desigualdades regionais.
Mas o trabalho infantil não se resume a isso, há um repertório longo de exploração e trabalho degradante até mesmo nas grandes metrópoles do Brasil.
RISCOS
Estudos mostram que não há nada de bom no trabalho infantil. Trabalhar traz riscos à saúde das crianças, piora seu desempenho escolar e, em alguns casos, chega a retirá-las das escolas.
Não ajuda no rendimento das famílias porque rende pouco e nem sequer prepara as crianças para um futuro profissional, pois adultos que trabalharam quando crianças terminam em profissões piores do que aqueles que nunca trabalharam.
Crianças, para se desenvolverem bem, devem brincar, estudar e não trabalhar.
O trabalho infantil é mais comum entre as famílias pobres mas, ao contrário do que se costuma pensar, não é uma estratégia de sobrevivência.
É reflexo de uma cultura que valoriza pouco a infância e a educação, um sintoma de problemas de longo prazo nos sistemas educacionais.
Também indica uma falha da educação no passado, que não foi capaz de preparar uma geração de pais que dessem prioridade à educação de seus filhos, e uma falha no presente, de um sistema que não consegue prover escolas em tempo integral capazes de suplementar aquilo que as famílias pouco educadas de hoje não são capazes de fazer.
Não é de surpreender, portanto, que avaliações recentes mostrem que programas de transferência de renda não reduzem o trabalho infantil: o problema maior não está na pobreza, está na educação.
MARCELO MEDEIROS é professor de sociologia da Universidade de Brasília, especialista em desigualdade social, e pesquisador do Ipea.
Fonte: Folha de São Paulo
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Do jeito que o brasileiro gosta: 2012 terá três feriados na sexta-feira
O governo federal divulgou nesta segunda-feira, no “Diário Oficial da União” a relação de feriados nacionais e pontos facultativos para 2012.
São 16 datas, sendo oito feriados nacionais e oito pontos facultativos para órgãos públicos federais. Não entram na lista as datas municipais ou estaduais lembradas com feriado ou ponto facultativo.
DATA DIA DA SEMANA TIPO MOTIVO
1º de janeiro Domingo - Feriado Confraternização Universal
20 de fevereiro - Segunda- Ponto facultativo Carnaval
21 de fevereiro - Terça - Ponto facultativo Carnaval
22 de fevereiro -Quarta - Ponto facultativo até as 14h Quarta-feira de Cinzas
6 de abril - Sexta - Ponto facultativo Paixão de Cristo
21 de abril - Sábado Feriado Tiradentes
1º de maio - Terça Feriado Dia Mundial do Trabalho
7 de junho- Quinta- Ponto facultativo Corpus Christi
7 de setembro- Sexta Feriado - Independência do Brasil
12 de outubro- Sexta- Feriado Nossa Senhora Aparecida
28 de outubro- Domingo- Ponto facultativo Dia do Servidor Público
2 de novembro- Sexta- Feriado Finados
15 de novembro -Quinta -Feriado Proclamação da República
24 de dezembro- Segunda- Ponto facultativo Véspera de Natal
25 de dezembro- Terça -Feriado Natal
31 de dezembro- Segunda- Ponto facultativo Véspera de Ano Novo
Segundo a portaria, assinada pela ministra Miriam Belchior (Planejamento), os órgãos federais também devem seguir os feriados estaduais e municipais.
O texto diz ainda que outros dias de guarda das religiões dos funcionários federais podem ser seguidos desde que autorizados pelo responsável pela unidades administrativa e compensados depois.
(Folha de São Paulo)
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